Análise da influencia da colonização por estreptococos do grupo B sobre parturientes atendidas em dois hospitais da Grande Vitoria, ES

Resumo: O estreptococo do grupo B (GBS do inglês Group B Streptococci) é o agente etiológico de importantes infecções sistêmicas em neonatos. Cerca de 30% das gestantes são carreadoras do GBS. A transmissão do GBS ocorre durante o trabalho de parto e cerca de 50% dos recém-nascidos de mães carreadoras tornam-se colonizados. Alguns fatores de risco têm sido implicados no aumento do risco para o desenvolvimento de infecções de inicio precoce em neonatos: parto prematuro (< 37 semanas), ruptura de membranas (> 18h), febre puerperal, infecção do trato urinário por GBS e história de infecções por GBS. A antibioticoprofilaxia é realizada em parturientes com risco para desenvolvimento de infecções por GBS cuja seleção pode ser baseada em fatores de risco ou na triagem de carreadores. No Brasil, são poucas as maternidades que utilizam a estratégia de triagem como critério de seleção para aplicação da antibioticoprofilaxia e por conta disso, não há dados sobre a taxa de mulheres colonizadas por GBS. Assim este projeto tem por objetivos estimar a frequência e o impacto da colonização por GBS em gestantes e estabelecer um protocolo microbiológico de triagem de carreadores.

Data de início: 2014-05-01
Prazo (meses): 24

Participantes:

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Colaborador Márcia Valéria de Souza Almeida
Coordenador Ana Paula Ferreira Nunes
Pesquisador Marcela Rodrigues Coelho
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